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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Pastores comentam 50 anos da morte de Martin Luther King: "Mudou o curso da história"

Na última segunda feira diversos líderes cristãos e até mesmo celebridades mundiais pararam para enaltecer os feitos históricos de Martin Luther King Jr. que na última segunda-feira (15) fez 50 anos de sua morte. É conhecido por todos a importância dentro e fora do cristianismo. O negro responsável pela estrondosa frase “I have a dream” (Eu tenho um sonho), continua sendo lembrado e certamente perpetuará seus atos por mais décadas.
Em uma homenagem a Luther King Jr, o professor Russell D. Moore escreveu um artigo expondo lições que podemos aprender por meio do homem que lutou nos EUA. "O ministério de liderança e justiça do Dr. King mudou o curso da história. Com coragem profética, ele falou com o mundo sobre uma visão cristã de igualdade, justiça e dignidade humana, e sua feroz defesa dessas convicções acabou por lhe custar a vida", ressaltou Moore.
O teólogo ainda explica: “Em nenhum lugar os pedidos bíblicos de igualdade e justiça foram mais claramente exibidos do que nos discursos e sermões da figura mais icônica do movimento, Martin Luther King Jr.", comenta. "Sua compreensão sobre a dignidade humana foi fundada nas Escrituras cristãs. À medida que a luta pelos direitos civis avançava em frentes múltiplas, ele falou corajosamente dessa base”, coloca.
“No domínio político, o Dr. King apontou como o sistema americano era inconsistente com os princípios da verdade de que ‘todos os homens são criados iguais e dotados pelo Criador com certos direitos inalienáveis’. Os americanos tiveram que escolher: ser um americano (conforme definido na Constituição e a Declaração de Independência), ou ser um supremacista branca", explica Moore.
Outro que reconheceu o grande valor de Luther King foi o pastor Franklin Graham. “Meu pai Billy Graham foi amigo do Dr. Martin Luther King, Jr., cujo aniversário é honrado hoje”, escreveu ele em sua fangape oficial na segunda-feira. “Eles se conheceram bem. Eles viajaram juntos, e pelo menos uma vez ficaram juntos na mesma sala”, ressaltou.
“A filha do Dr. King, Bernice King, disse: ‘Eu acho que o Dr. Graham e meu pai estavam tentando fazer do mundo um lugar melhor. Eles eram diferentes, obviamente, em seu estilo e sua abordagem, mas acho que o coração e seu objetivo eram o mesmo’. Quando meu pai estava fazendo uma cruzada evangelística em Chattanooga, TN, em 1953, ele chegou e cordas foram colocadas para segregar as pessoas”, relatou Franklin,
“Ele ficou consternado. Ele disse ao chefe da cidade para derrubar as cordas. Então meu pai tirou as cordas. Agradeço a posição forte que ele tomou”, salientou.
Sem esquecer do Brasil, o pastor cearense Yago Martins também se manifestou sobre o dia. “Para mim, Martin Luther King Jr. foi um homem que entendia o peso das palavras”. O discurso mais famoso de Luther King foi sugerido por Yago. “Uma aula a todo homileta. Uma inspiração a qualquer pastor. Uma surra em cada político”.

Confira o vídeo legendado do discurso de Martin Luther King Jr.:


Fonte: Guia-me

Simone, da dupla com Simaria, disse que já pensou em carreira no gospel

As cantoras sertanejas Simone e Simaria foram um dos maiores sucessos de 2017. Este ano a fama das irmãs deve aumentar, pois são juradas do The Voice Kids, o que aumentou sua exposição. Segundo sites especializados, a dupla pode ganhar um programa só delas em breve no canal.
Mas em uma entrevista dada esta semana ao site O Dia, Simone disse que podia ter seguido um rumo bem diferente na carreira. Ela afirmou que já cogitou ser uma cantora gospel. “Antes de ir para o Nordeste, eu queria uma vida de servir a Deus, ficar em casa. Mas, como as coisas de Deus têm data e hora marcada, nossa caminhada nos trouxe até aqui. E, claro, se for da vontade de Deus que eu cante gospel, seria uma honra cantar a Jesus de Nazaré”, afirmou.
Evangélicas, em outras ocasiões elas já falaram sobre sua fé, mas esta é primeira menção a uma possibilidade de mudança na carreira. Na internet, existem alguns vídeos dela cantando músicas gospel.



Fonte: Gospel Prime

Michael W. Smith lança "Crashing Waves", o terceiro single do seu novo disco de estúdio

Na última sexta-feira (12), o artista cristão Michael W. Smith lançou a canção "Crashing Waves". Trata-se do terceiro single de seu novo disco de estúdio a ser lançado em fevereiro, “A Million Lights”. A primeira música lançada desse novo projeto foi a faixa título do álbum e a segunda foi "Love Always Wins", disponibilizada no final do ano passado.
"Crashing Waves" é uma música sobre o amor incondicional de Deus. "Minhas lágrimas estão caindo, caindo como ondas. Quebrado é como você me encontrou. Alguém roubou a dor, o ladrão na noite. Nunca mais serei o mesmo, pois você tirou a pedra", diz parte da letra.
Michael W. Smith compartilhou um vídeo com a letra da música no Facebook e no YouTube. “Estou animado para mais esta música de um dos dois álbuns a ser lançados”, comentou ele.
As reações estão sendo positivas e incluem comentários bastante animadores. "Você é louco? Esta música é para lá de boa! Já é fevereiro?", comentou o internauta Joey John, na página do Facebook de Smith.

Estúdio e Ao Vivo

Michael W. Smith se prepara para lançar não um, mais dois discos. Um gravado em estúdio e outro ao vivo. “A Million Lights” será lançado no dia 16 de fevereiro. Smith lançará um novo álbum de adoração (ao vivo) uma semana depois (23 de fevereiro), chamado “Surrounded”.

Ouça a canção "Crashing Waves":


Fonte: Guia-me

Veja também - Michael W. Smith lançará dois CDs em fevereiro

Gabriela Rocha lança a música "Céu"


Depois do sucesso que foi e que tem sido o single e o clipe "Lugar Secreto" que já tem mais de 22 milhões de visualizações no YouTube, a cantora Gabriela Rocha lançou hoje o single e o clipe da música "Céu", que dá nome ao seu novo EP, que será lançado em breve pela gravadora Onimusic.
"Céu" é uma composição da própria Gabriela Rocha assim como "Lugar Secreto" que foi lançada pela cantora no mês passado. A música tem a produção musical de Hananiel Eduardo e o clipe a direção de Flauzilino Jr.
Em menos de 24 horas de lançamento, o clipe já tem mais 200 mil visualizações no canal oficial da cantora no YouTube.

Assista:

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Chris Tomlin lança o single "Resurrection Power"



O cantor e compositor Chris Tomlin está se preparando para lançar o seu novo disco este ano de 2018, e na semana passada começou os trabalhos de divulgação do novo álbum lançado o seu novo single,  e com uma longa nota no Facebook, ele compartilhou a história por trás da nova música.
A Amazon Music, que patrocinou a "Good Good Father Tour" de Tomlin em 2017, estreou o clipe de "Resurrection Power" em 12 de janeiro. Richard Adam Jones, que também gravou o clipe de "Home", dirigiu o clipe filmado em Nashville no mês passado.
O single está disponível nas plataformas digitais e também em vídeo-clipe no canal oficial do cantor da Vevo no YouTube. O clipe lançado no último sábado (13), tem pouco mais de 83 mil visualizações.

Assista:

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Uma noite, uma canção "Tua Doçura"


Tua doçura me acalma
Tua força me move em direção a Ti
Santo Espírito de Deus...

Hoje, Denise Seixas encerra a nossa noite cantando "Tua Doçura", canção que faz parte do álbum "Simples", lançado em 2015.
A canção descreve os momentos em que somos movidos pelo Espírito Santo ao Santo Lugar, onde sentimos a doçura de Deus que nos acalma, a força de Deus que nos conduz em sua direção, onde os nossos corações dispara de paixão pelo o Amado e Desejado, onde somos tomados pela glória, e assim nos rendemos em adoração. Que você sinta a doçura de Deus e seja movido pelo Espírito para consagrar a sua vida mais uma vez, e adorar ao Senhor como nunca antes.

Letra:

Tua doçura me acalma
Tua força me move em direção a Ti
Santo Espírito de Deus

Vem sobre mim

Os meus olhos te procuram
E o meu coração dispara de paixão por Ti
Santo Espírito de Deus

Vem sobre mim

Tua glória enche o templo
E me move ao Santo Lugar
Minha vida te consagro
Pra te adorar!
Pra te adorar!

Levado por Tua glória
E presença majestosa
Rei dos Reis, eu estou aqui
Quero sentir!
O Teu poder me transformou,
me libertou, me renovou
E tudo novo se tornou em mim.

Malafaia: Quem estiver citado na Lava-Jato não irá prosperar entre os evangélicos em 2018

Com a eleição de Marcelo Crivella (PRB) a prefeito do Rio de Janeiro, em 2016, ficou claro que a rede Globo não possui mais o mesmo tipo de influência sobre a opinião popular que detinha no passado. Ela opôs-se ao bispo licenciado da Universal desde o início da campanha e continua fazendo “marcação cerrada” desde que ele assumiu o cargo.
Não é novidade constatar que a empresa de comunicação usa seus diferentes órgãos (rádios, jornais e canais de TV) para fazer experimentos sociais em sua audiência. Mas os tempos são outros e a população hoje possui alternativas na web que oferecem inúmeras fontes de informação e opinião.
Nas últimas campanhas eleitorais para presidente, lideranças evangélicas ganharam espaço no horário eleitoral, onde manifestaram seu apoio pelos candidatos. Preferindo ignorar a ideologia por trás de partidos alinhados à esquerda, líderes denominacionais influenciaram o voto dos fiéis, tendo de se desculpar quando esses projetos de poder mostraram ter uma agenda anticristã. Ao que parece, a eleição de 2018 deverá ser um divisor de águas para o futuro do país, onde a crise econômica e política se arrasta há pelo menos cinco anos.
Mesmo antes de serem confirmadas as candidaturas, vários desses ‘pré-candidatos’ já estão procurando – de forma direta ou indireta – o apoio dos líderes evangélicos. Ainda que isso faça parte do processo democrático, é temerário observar-se que a imprensa continua ignorando a realidade dos fatos. Os evangélicos, que constituem cerca de 30% da população, não se constituem em um bloco monolítico, onde todos pensam (e votam) da mesma forma.
Logo, é no mínimo curioso ver que estão se multiplicando matérias jornalísticas como a publicada neste domingo (14) pelo jornal O Globo. Intitulada “Candidaturas de centro dividem líderes evangélicos”, o texto mistura fatos e boatos, mostrando um jornalismo tendencioso, que não atenta para o quadro maior.
Segundo a reportagem, as “principais referências do segmento” evangélicos estariam negociando apoio a Henrique Meirelles, Geraldo Alckmin, Rodrigo Maia e “até [Jair] Bolsonaro”. Faltando oito meses para o pleito, é no mínimo curioso tentar mostrar como esses nomes conseguiriam “fechar questão” com líderes denominacionais e pastores formadores de opinião.
O fato de um político visitar um templo ou mesmo receber a oportunidade de falar com os fiéis a partir do púlpito não significa que ele terá o apoio dos evangélicos de um determinado segmento.
O bispo Robson Rodovalho, que preside a Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil, tentou resumir aO Globo o que seria uma tendência esperada para este ano: “O público evangélico está de olho em um candidato que seja liberal na economia e conservador nos valores”. Com os candidatos que já se apresentaram até agora, restariam bem poucas opções dentro deste perfil, uma vez que a maioria foge do ‘rótulo’ de conservador. Nem Marina Silva, a única pré-candidata assumidamente evangélica, conseguiu mostrar isso nas outras vezes que concorreu ao cargo.
Silas Malafaia, um dos mais vocais opositores à esquerda no meio evangélico, diz que terá um encontro com Jair Bolsonaro para conversar sobre apoio, embora no passado tenha defendido como “seu candidato” João Doria, que não parece ter conseguido firmar sua candidatura.
O líder da Assembleia Vitória em Cristo afirmou ao jornal: “Quem estiver citado na Lava-Jato não irá prosperar entre os evangélicos. É o caso de Geraldo Alckmin e Rodrigo Maia”. Embora seja uma tese aceitável, as delações mostraram que, lamentavelmente, há inclusive lideranças denominacionais sendo citadas em delações nas investigações na Lava-Jato. Portanto, haverá exceções.
Uma delas é a Igreja Universal do Reino de Deus, muito ligada ao PRB. Embora descarte uma aproximação com o ex-presidente Lula (PT), a quem apoiou nos seus dois governos, a sigla é presidida por Marcos Pereira, deputado federal e ex-ministro de Temer. Delatores afirmaram que ele teria recebido R$ 7 milhões. Seu nome também apareceu nas conversas sobre propina gravadas pelo empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS.
AO Globo, o presidente do PRB, afirma que seu grupo político aguarda a consolidação de um nome distante dos extremos. “Estaremos no centro com certeza. Não temos condição de estar do lado da esquerda, muito menos da extrema-direita”, prevê, sem explicar quem seria o representante deste “centro”.

Voto consciente

A maioria das denominações ainda não se manifestou mas, ao que tudo indica, todos os interessados em subir a rampa do Alvorada no ano que vem precisarão conversar com esse grupo religioso que, pelo que indica o Datafolha, serão o fiel da balança na disputa.
A aposta mais provável é que pautas morais com aborto, casamento gay, ideologia de gênero, legalização das drogas e liberdade religiosa dividam espaço nas propostas ‘tradicionais’ da maioria dos candidatos, como economia, educação, saúde e segurança pública.
Ao contrário dos estereótipos que a mídia tenta impor, os evangélicos são um grupo diverso e capilarizado. Estão presentes em todas as classes sociais, em todas as faixas etárias e possuem algum tipo de identificação com os diversos espectros políticos do país.
Pela lógica, seria esperado que eles se identificassem com os candidatos de discurso conservador, como Jair Bolsonaro e Levy Fidélix, mas eleições anteriores mostraram que isso não é uma regra. Apostando nisso, diversos partidos estão propondo até reformulações internas, criando grupos para atrair os evangélicos, mesmo sem ter historicamente ligação com eles.
As experiências políticas de países vizinhos como Venezuela e – mais recentemente – Bolívia, mostram que, se escolherem errado, os evangélicos serão os primeiros a sofrer as consequências, com a imposição de agendas que atentam contra as liberdades individuais, incluindo as de culto. Portanto, não basta um voto consciente só para a presidência, sendo necessário o mesmo tipo de escrutínio de propostas para todos os demais cargos em jogo: governadores, senadores e deputados federais. Afinal, no sistema político atual, as decisões deles serão tão importantes quanto a do próximo presidente.

Fonte: Gospel Prime